Artemis 2 Crew revela adorável indicador Zero-G: “Rise”

Os quatro astronautas designados para a missão Artemis 2 da NASA – Victor Glover, Christina Koch, Reid Wiseman e Jeremy Hansen da Agência Espacial Canadense – chegaram recentemente ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida, marcando um passo significativo em direção ao seu histórico voo lunar. Juntamente com os preparativos, a tripulação revelou “Rise”, seu encantador indicador de gravidade zero projetado para sinalizar quando eles entram oficialmente na ausência de gravidade.

A importância dos indicadores Zero-G

Os indicadores de gravidade zero são uma tradição de longa data em voos espaciais. Estes pequenos itens simbólicos confirmam visualmente quando uma nave espacial deixa a atração gravitacional da Terra, à medida que os astronautas começam a flutuar livremente dentro da cabine.

Apresentando “Ascensão”

“Rise” é uma lua de pelúcia em miniatura, ostentando um boné inspirado na Terra e adornado com detalhes estrelados. O design é uma homenagem à icónica fotografia “Earthrise” captada durante a missão Apollo 8 – uma imagem poderosa do nosso planeta elevando-se acima do horizonte lunar. O indicador foi criado por Lucas Ye, um aluno do segundo ano de Mountain View, Califórnia, cujo projeto venceu a convocatória aberta da NASA para inscrições. A agência recebeu mais de 2.600 inscrições de participantes de mais de 50 países, destacando o entusiasmo global em torno do programa Artemis.

Artemis 2: Um retorno à órbita lunar

A Artemis 2 será a primeira missão tripulada ao espaço lunar em mais de meio século, desde a Apollo 17 em 1972. O voo testará rigorosamente a nave espacial Orion e facilitará experiências cruciais para futuras missões Artemis. O objectivo global do programa Artemis é estabelecer uma presença humana sustentável na Lua, incluindo a eventual construção de bases lunares permanentes.

Cronograma de lançamento

A NASA está atualmente liberada para lançamento já em 1º de abril às 18h24. EDT (2224 GMT). A missão Artemis 2 representa não apenas uma conquista tecnológica, mas um compromisso renovado com a exploração lunar, ampliando os limites dos voos espaciais humanos e inspirando a próxima geração de cientistas e exploradores.

A visão a longo prazo do programa vai além das simples visitas de regresso à Lua, visando uma posição permanente no espaço que poderá eventualmente servir como um trampolim para missões mais avançadas no nosso sistema solar.